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História

 

Breve história da EPI

 

 

A EPI é a irmã mais nova da Liga Portuguesa contra a Epilepsia. Muito mais nova!

 

 

A Liga nasceu nos anos 70 do século XX e durante mais de 30 anos, com altos e baixos, juntou profissionais que trabalhavam com a Epilepsia e pessoas que, não sendo técnicos, se interessavam por ela. A chamada componente social da Liga era, sobretudo, feita de pessoas com Epilepsia e dos seus familiares.

 

A Liga era portanto uma associação mista onde todos conviviam e aprendiam uns com os outros. Ao longo dos anos, a Liga conseguiu passar a sua mensagem principal – as pessoas com epilepsia não devem ser marginalizadas – e, ao mesmo tempo, levou a que os conhecimentos científicos sobre as epilepsias avançassem e muitos profissionais de saúde se tornassem verdadeiros peritos em Epileptologia.

 

A necessidade de uma associação de cariz social era um tema que de vez em quando se debatia mas é em 31 de Janeiro de 2004 que se dá o primeiro passo para a sua efectiva criação. Nesse dia, na sequência da recente eleição do Prof. Lopes Lima como presidente da Direcção Nacional da LPCE, realizou-se uma reunião alargada dos Corpos Gerentes onde foi aprovada a estratégia da separação. Foi discutido um relatório elaborado pelo Dr. Rosalvo Almeida e criado um grupo de trabalho que ficou de apresentar propostas concretas.

 

Criar uma associação de doentes – mais tarde crismada de EPI – que pudesse ter o estatuto de Instituição Particular de Solidariedade Social era o principal fundamento para o arranque. Na verdade, uma associação mista nunca poderia alcançar esse objectivo. Por outro lado, consagrava-se entre nós a experiência de muitos países membros do IBE (International Bureau for Epilepsy) onde, há muitos anos, se tinham verificado as vantagens da existência de associações sociais distintas das sociedades científicas.

 

É assim que após debate interno, com múltiplas reuniões em que participaram associados de Lisboa, Coimbra e Porto, e seguindo acompanhamento jurídicos, em 27 de Janeiro de 2006 reuniu uma Assembleia, convocada pela Comissão Promotora, e foram aprovados os primeiros estatutos da EPI - Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia que nesse dia foram registados em escritura notarial. Em 11 de Março de 2006 reúne-se a primeira Assembleia Geral segundo os novos estatutos e é aprovado o regulamento eleitoral. Os primeiros corpos gerentes da EPI foram eleitos no dia 20 de Maio de 2006, sendo seu primeiro Presidente o Eng.º Nelson Ruão.

 

Nestes primeiros anos de vida, confirmam-se as expectativas. A EPI, apoiada pela sua irmã mais velha, dá os seus primeiros passos, alcança os seus primeiros êxitos (projectos vocacionados para as pessoas com epilepsia, jornadas de divulgação, apoio a associados), participa mesmo em actividades de nível internacional, tem também as suas crises!

 

Mas crises é aquilo a que todos estamos habituados. Vem a crise - vai a crise!

 

A história da EPI é ainda curta mas já permite confiar que terá futuro.

 

RA

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